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AS ENCARNAÇÕES DE UM HOMOSSEXUAL PUDICO

Heitor era devoto de Poseidon. O ateniense, quando tinha oportunidade de entrar no mar, em suas viagens frequentes para suas apresentações teatrais, saudava, além de Dionísio, o velho deus marítimo com o tridente empunhado. Heitor amava Alexandre de Esparta desde a adolescência. No entanto, seu sonho de consumo afetivo-sexual não tinha reciprocidade. Assim, Heitor deitava-se com todos os homens no afã de esquecer sua velha paixão.

Na França, 500 anos depois, Heitor reencarnou como Jean Pierre, um escultor que trabalhava para o governo. Muito efeminado, o artista parecia ter nascido sem coração. Frequente nas orgias palacianas, Jean Pierre levava uma vida hedonista, atada aos pecados da carne. Morreu sifilítico.

Em meados do século XX, Jean Pierre reencarnou na Alemanha com o nome de Klaus. Desde pequeno percebia uma atração por homens mais velhos. Seu pai havia morrido cedo. O moço formou-se contabilista e trabalhava para uma empresa de metalurgia. Todavia, Klaus reprimia sua homosse…

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